sábado, 13 de fevereiro de 2010

{filha pródiga}

Eu tive o privilégio de crescer num lar cristão e de ter sido aluna na E.B.Dominical e conhecer desde a infância que somente Deus Jeová é o Deus verdadeiro, Criador de tudo o que existe.
Também foi na infância que comecei a apresentar-me em frente da igreja para cantar e encenar teatros, ler poesias para o dia das mães e várias actividades. Sinto- me uma privilegiada, mas este sentimento só o tenho agora, pois na minha fase de adolescência não valorizei nada disto e pensava que vida cristã e as muitas ídas à Igreja eram uma grande seca. Lembro me de dizer às minhas amigas que ao retornar do acampamento de adolescentes iria deixar pra sempre de ir aos cultos e programações da igreja, pois já estava farta e foi mesmo isto que fiz. Minha mãe, com lágrimas nos olhos disse-me que não iria obrigar-me mas que um dia eu certamente iria arrepender-me desta decisão (ela tinha razão)!
Comecei a trabalhar e senti-me“dona do meu destino”.Abandonei meus amigos crentes e comecei a relacionar-me apenas com a malta da escola e para ser aceita no meio social deles alinhava em tudo aquilo para o qual eles me convidavam, pensando eu que, alinhando em tudo seria bem aceite por eles e faria muitos amigos. Mas a minha decepção veio mesmo aqui; nunca havia limites para os convites, nunca havia respeito, o que quero dizer é que gozavam com tudo e com todos. As propostas eram das piores, gozavam com pessoas deficientes físicas, zombavam com pessoas de cor, mentiras, muitas mentiras, nós humilhávamos uns aos outros quando alguém fracassava, causávamos confusões por onde passávamos e coisas que não faziam nenhum sentido, coisas que não acrescentavam nenhuma felicidade ou aprendizado. Isto, e pior do que isto, era o que a malta que eu julgava ser divertida e mais interessante do que meus antigos amigos,
fazia e me obrigavam a fazer. Sim, pois se um dia eu não alinhasse seria eu o alvo de deboche ou seria expulsa do grupo. Comecei a perceber ao longo do tempo que lá no fundo eu não era querida por ninguém, e que nós não éramos amigos, todos eram rivais uns dos outros e traição era o que mais acontecia no nosso meio. Se eu falhasse era humilhada(do tipo a ter meu nome “pixado” nos muros da vizinhança com dizeres sujos).
Para resumir tudo, pois é longa e triste a história, aprendi duas grandes lições: Aqueles que eu havia abandonado eram meus verdadeiros amigos, que se importavam comigo e me aceitavam como eu era. Não me escravizavam com suas regras e o ambiente da igreja era o mais saudável que alguma vez conheci. Também aprendi que valorizamos muito o que “parece” bom. Mas atenção! Só tem aparência de bom, igual ao fruto que Eva cobiçou no Jardim do Éden, depois de comermos vem a verdade ao de cima, era só aparência.
Meu conselho para ti é este: Muitas vezes a igreja parece com a grande arca de Noé (bicho de todo o jeito, cada um com seu barulho próprio) parece não ser confortável e bonito mas lembre- se que, lá fora está tudo inundado e cadáveres a boiar. Vida só tem quem está dentro desta Arca não saltes pra fora.
BEIJOKAS PRA TODOS QUE REMAM CONTRA A MARÉ.

{corações de servos}

1. Jorge e Alice, como é que se conheceram?
Eu e a Alice conhecemo-nos num acampamento de jovens, na Ericeira.

2. Como é que surgiu o desejo de partir para Moçambique? E como é que se prepararam para enfrentar uma nova cultura?

Em 2005 fomos convidados para visitar Moçambique e dar uma formação a líderes de igrejas sobre ministérios com crianças e jovens, utilizando o desporto. Esta visita de 2 semanas ajudou-nos a perceber a necessidade do país e mostrou-nos que os portugueses deviam fazer mais por países com quem tiveram uma história comum. Essa vontade foi evoluindo até termos sido desafiados a considerar Moçambique como um campo missionário para a nossa família. Depois de uma 2ª visita ao país em Junho de 2006, já com as nossas filhas e durante 1 mês, confirmámos que sentíamos mesmo que era aqui que Deus nos queria para O servir. Foram então 12 meses de preparação em que tivemos de levantar sustento, empacotar tudo o que tínhamos, colocar tudo num contentor e viajar para Moçambique em 28 de Junho de 2007. Entretanto líamos muitas noticias sobre o país, falávamos com muitas pessoas que tinham experiência de África, e deixámos Deus fazer o resto, que na verdade foi o principal.
3. Falem-nos um pouco das vossas rotinas por aí. Em que áreas estão envolvidos?
Estamos envolvidos em diversas áreas. O Jorge dá formação de ministérios com desporto aos lideres das igrejas, não somente em Moçambique, mas também nos outros países lusófonos, como aconteceu com Angola, no passado mês de Janeiro. Além disso ensina Ética Cristã e Princípios de Liderança, numa Escola fora da cidade. Está ainda envolvido com um orfanato, onde trabalha semanalmente com 35 adolescentes, num projecto de formação de vida. Além disso tem ainda a responsabilidade de preparar traduções de materiais para português, e a nível governamental faz parte de uma parceria com o governo para a educação através do desporto. A Alice, além de ser a melhor esposa e mãe do mundo, é ainda voluntária no Hospital Central de Maputo, onde desenvolve um projecto de apoio aos doentes do Serviço de Oncologia, providenciando-lhes actividades lúdicas, suplemento alimentar e acompanhamento espiritual. Tem um projecto de organizar uma escola dentro do hospital para as crianças que ficam privadas do ensino normal durante o internamente que pode durar entre 7 e 9 meses.

4. Qual tem sido a maior alegria da vossa vivência aí?
A maior alegria da nossa vivência aqui tem sido ver sorrisos nos rostos de quem ajudamos, ver a vontade de servir de alguns jovens cristãos que acompanhamos, e pensar que vale a pena ajudar os outros a terem esperança em Deus, que dará certamente a muitos aquilo que nunca terão durante as suas vidas.

5. E a maior luta?
A maior luta, penso que será a frustração de nem sempre conseguirmos fazer o que queremos e ajudarmos a todos, de nem sempre vermos resultados nalgumas pessoas, e particularmente de conseguirmos manter a nossa família incluindo as nossas filhas, animadas e contentes com aquilo que conseguimos ter e viver apesar das circunstâncias e distância a que estamos de Portugal e da família.

6. Como é que os adolescentes em Moçambique se divertem?
Os adolescentes em Moçambique divertem-se com o que têm. Aqui não há shoppings, playstations, internet ou TvCabo acessível a 90% dos adolescentes. Tirando o tempo que gastam a andar a pé para a escola ou em transportes muito precários, ainda têm de ajudar as famílias a buscar água e lenha. O pouco tempo que sobra é para jogar à bola na rua, ou infelizmente para entrar numa vida de consumo de álcool. Na cidade já existem alguns adolescentes com maior capacidade de compra, que pertencem a famílias mais abastadas, mas são apenas uma minoria.

7. Quais são as maiores diferenças entre a forma de vida cá e aí?
As diferenças são enormes, porque o dinheiro não chega para quase nada. Os salários rondam os 50 euros por mês, e uma família, com este valor, não pode fazer muito mais do que comprar arroz, farinha, óleo, algum frango de vez em quando, e pagar a muito custo os cadernos e lápis para a escola dos filhos. Os filhos não recebem “semanada”, pois o dinheiro mal dá para eles apanharem um transporte para a escola, pelo que muitos caminham mais de uma hora até à escola todos os dias. A maior parte não tem TV em casa, mas a maioria já tem electricidade.

8. Se pudessem dar um único conselho aos adolescentes de hoje, qual seria?
Penso que os jovens, a quem chamamos adolescentes, têm uma energia que podia ser aproveitada para coisas muito interessantes. Porque têm um futuro grande à frente, pensamos que seria muito útil que aproveitassem oportunidades para conhecer outras culturas e descobrissem como podem ajudar a mudar a sociedade. Vivemos numa época em que se dá muito valor ás coisas, onde nos classificamos por aquilo que temos e não por aquilo que somos. Os jovens deviam pensar que popularidade não é aquilo que conseguimos mostrar, ou a quantidade de amigos que conseguimos ter à nossa volta por causa daquilo que temos, mas por causa daquilo que somos. Os jovens adolescentes de Moçambique não têm nada, mesmo assim conseguem ser felizes. Aqueles que têm um relacionamento pessoal com Deus, não têm vergonha de testemunhar aos amigos a sua fé, e até posso dizer que são aqueles que mais amigos levam à igreja. A sua energia é canalizada para ajudar os outros a serem também felizes.


Para acompanharem esta família, passeiem pelo blog Crónicas de Moçambique.

{C. S. Lewis Song}

Se encontro em mim um desejo que nenhuma experiência deste mundo pode satisfazer, a explicação mais provável é a de que fui criado para outro mundo.

Os livros ou a música, onde pensamos estar a beleza, nos trairão se confiarmos neles... Pois eles não são a coisa em si; eles são o aroma de uma flor que não encontramos, o eco de um tom que ainda não ouvimos, notícias de um país que nunca visitámos.
- C.S. Lewis


"If i find in myself desires nothing in this world can satisfy,
I can only conclude that I was not made for here
If the flesh that i fight is at best only light and momentary,
then of course I'll feel nude when to where I'm destined I'm compared

Speak to me in the light of the dawn
Mercy comes with the morning
I will sigh and with all creation groan
as I wait for hope to come for me

Am i lost or just found? On the straight or on the roundabout of the wrong way?
is this a soul that stirs in me, is it breaking free, wanting to come alive?
'Cose my comfort would prefer for me to be numb
And avoid the impending birth of who I was born to become

For we, we are not long here
Our time is but a breath, so we better breathe it
And I, I was made to live, I was made to love, I was made to know you
Hope is coming for me
Hope, He's coming"

{Mr. Fotogenia}

1.Parece que te desenrascas bem a fotografar. Como é que nasceu a paixão fotográfica? Acho que o bichinho da fotografia já andava cá dentro, graças ao pai barbas. Mas foi em 2006 que tive mais contacto com máquinas profissionais e rendi-me logo. A partir daí, fui sempre tentando investir o mais possível nesta área, vendo fotografias diariamente e fotografando muito.

2. Se pudesses viver noutro país qualquer, qual escolherias? Porquê?
Possivelmente escolhia a Austrália. Para além de ser bonito, tenho ouvido dizer que o que vem de fora é bem-vindo, principalmente a nível de trabalho.

3. Conta-nos a história de como os teus olhos encontraram os da Bitas?
É uma longa história =) já eramos amigos há algum tempo e nunca nos passou pela cabeça tal coisa! Primeiro pela questão da idade, ela é 5 anos mais velha do que eu; e dps, porque para além de sermos amigos, nunca tivemos assim muito contacto. Até que houve uma altura em que começámos a falar mais. Era mensagens a toda a hora lol e depois passaram para os telefonemas pela noite fora lol. E pronto, fomos criando algo mais que amizade e ainda bem que assim foi! Eh eh. Com tudo isto já lá vai quase 1 ano e meio =)

4. Se pudesses conhecer qualquer pessoa de qualquer época ou espaço, quem seria? Porquê?
Epah esta é difícil lol Entre muitos outros, gostava de ter conhecido um grande fotógrafo, Henri Cartier-Bresson, que foi considerado por muitos o "pai" do fotojornalismo. Ele também foi um dos fundadores da famosa agência fotográfica Magnum.

5. Se só pudesses dizer uma coisa aos adolescentes de hoje, o que seria?
Atinem-se, deixem os morangos com açúcar e os vampiros e vão mazé fazer kk coisa util pra sociedade =P

{virou!}

{os resistentes}

provados e comprovados via facebook chat, fotos no email e comments nos posts ;)

{não estás sozinho}

:: costumas sentir-te invisível ou sozinho?

:: como se ninguém te visse?

:: como se ninguém te ouvisse?

:: como se ninguém se preocupasse?

:: alguma vez te perguntaste se alguém iria reparar se simplesmente deixasses de existir?

Os teus olhos viram o meu corpo ainda informe; e no teu livro todas estas coisas foram escritas; as quais em continuação foram formadas, quando nem ainda uma delas havia.
E quão preciosos me são, ó Deus, os teus pensamentos!
Salmo 139:16, 17

Peregrinando [parte 2]

*estiveste alguns anos em Inglaterra...
Estive. Era muito novinha. Acabei o 12ª ano e fui. Os pais deixaram!!! Como vêem eram muito avançados para a época!!! Foi uma experiência cultural interessantíssima. No princípio fiquei fascinada com tudo: jardins, bosques, comida, casas, sobremesas e a forma de estar dos ingleses. Eu gostava da tranquilidade que me transmitiam. Mas eu também estava num meio cristão, numa Escola Bíblica. Tive como professores pessoas fantásticas, com personalidades fascinantes e conteúdos ainda melhores. Tudo isso iria exercer uma grande influência na formação da minha personalidade, dos meus gostos, conhecimentos e daquilo que eu sou hoje. Eu tinha apenas 18 anos, quando fui. Cresci muito depressa. Lembro-me de ter pensado, não muito depois de ter chegado: “agora sou independente, a minha vida já não vai ser a mesma coisa”, e até senti algum medo. Era a entrada na idade adulta. Foram 2 anos fantásticos, com estudo e muita brincadeira, viagens, passeios. Fui porque queria servir a Deus. Sempre quis. Voltei a Inglaterra 5 anos depois, para trabalhar como Governanta da Missão. Gosto mesmo muito de cozinhar! Os estudantes achavam piada eu ser tão nova e tão desembaraçada, e ajudavam muito em todas as tarefas domésticas. O nosso relacionamento era muito bom e tudo correu sempre muito bem! Entretanto, estes 2 anos serviram também para melhorar o meu inglês e tornar-me numa pessoa mais madura, e me alertar para outras perspectivas da vida.

*fala-nos um pouco do teu realcionamento com Deus ao longo da tua vida e em como Ele tem feito, marcado a diferença
Deus sempre esteve presente. Não me lembro de um momento em que não estivesse. A certa altura, ainda criança, comecei a questionar por que é que as outras famílias, que eu conhecia fora da igreja, não pensavam nem viviam da mesma maneira que nós. Foi na altura em que fui para a escola. Travei contacto com uma outra realidade também “religiosa”, “mas menos religiosa”, menos comprometida com Deus. Lembro-me então de pensar de o ensino que eu recebia dos meus pais é que deveria ser verdadeiro, porque os meus pais não só ensinavam a Palavra de Deus, mas viviam de acordo com o que ensinavam. Eram muito consistentes. Isso fez toda a diferença. A minha primeira forte convicção acerca da necessidade de Jesus, como meu Salvador, aconteceu aos 10 anos de idade. Deus deu-me uma convicção muito real acerca do meu pecado, através de um livro que encontrei numa prateleira. Lembro-me de que nessa tarde, depois de ter lido todo o livro (um pequeno livro para crianças), ajoelhei ao pé da minha cama, reconhecendo, pela primeira vez, que era pecadora e que precisava do perdão de Deus.

*tens um livro favorito? Fala-nos um pouco sobre ele...
Eu não tenho um livro favorito. Geralmente o favorito é sempre o último, pois adequa-se ao momento que estou a viver. Na infância e início da adolescência devorava os livros “Os Cinco”, “Os Sete”, “O Colégio da 4 Torres”, “As Gémeas”, todos os livros da Enid Blyton. Antes disso, já lia “As Aventuras do Noddy”, da mesma autora. Na adolescência comecei a interessar-se por livros com temáticas cristãs. Aos vintes comecei a gostar de C. S. Lewis, e marcou-me especialmente “Cristianismo Puro e Simples”. Mas o livro que me tem acompanhado, desde criança, é a Bíblia, de tal forma que hoje ele é também o mesmo instrumento de trabalho.

*e a tua passagem favorita ou aquela que te tocou ou marcou em algum momento... qual é?
Tenho muitas passagens favoritas. Mas quando tinha 15 anos, a idade em que andamos à procura das nossas bases, fui muito tocada por Romanos 12,1-2.
“Rogo-vos pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.”
Havia o Clube Bíblico e tínhamos uma carteirinha com cartões com versículos bíblicos e, todas as semanas, tínhamos de decorar, pelo menos, três versículos. Quando comecei a decorar Romanos 12,1-2 comecei a perceber que eles identificavam exactamente aquilo que os cristãos devem ser: diferentes, não devemos tomar a forma das pessoas que vivem à sua volta, que não têm conhecimento da Palavra de Deus, que não devemos ir com a onda… com a maré. Cristo chamou-nos para sermos seus imitadores, Ele é o modelo que devemos seguir, de amor, obediência, serviço, verdade.

*uma resposta de Deus a uma oração
A ida para Inglaterra, das duas vezes. Eu orava e pedia a Deus que arranjasse maneira de eu ir. Da primeira, ainda me parecia mais difícil, porque nunca tinha estado lá, não tinha dinheiro para pagar os estudos, e não tinha contado a ninguém. Da segunda vez, também desejava uma mudança e Deus também colocou no coração de outras pessoas a convicção de que eu devia ir, sem que eu lhes tivesse contado. Tudo aconteceu do nada: pela fé!

*deixa uma música e /ou mensagem para os adolescentes
A adolescência é um período muito importante das nossas vidas: não há nada como ter 15 anos! Temos vontade de viver, de descobrir coisas novas, o mundo. Parece que a nossa energia não vai acabar nunca! É a altura de sonhar e começar a fazer algo para concretizar esses. A vida que vamos viver, em adultos, as pessoas que seremos, depende muito da forma como investimos o nosso tempo na adolescência: estudos, amizades, hobbies, leituras. Se queremos ser especiais, temos de imitar pessoas que são especiais. Se imitarmos maus exemplos, mais facilmente nos deixaremos levar e nos tornaremos também como eles.

bora lá rir um bocadinho...




"Improv Everywhere" dedica-se a surpreender... e consegue!

OlháPeregrina :D

*nome completo
Rute Peregrina Soares Nunes

*nasci em...
Fui nascer a Lisboa. Nasci na Maternidade Magalhães Coutinho. Os meu pais viviam na Brandoa. Nasci de manhã e, pelo que diz o meu pai, chovia a potes!

*profissão
Pois, isso é mais complicado. O organigrama da SBP diz que sou Assistente da Direcção e Coordenadora de Tradução. O que é que isto quer dizer? Bem, que faço algumas coisas para complementar o trabalho de outros colegas na áreas da administração: registar a entrada de documentos, coordenar o arquivo, escrever cartas de felicitação e de condolências, marcar viagens, hotéis; aquilo que as secretárias normalmente fazem. Esta é a área menos interessante e mais monótona do meu trabalho. As outras funções têm mais a ver com o lado editorial da Sociedade Bíblica, e incluem a revisão tipográfica de livros(de provas). Também faço a revisão/edição de textos que outras pessoas escrevem ou traduzem. Depois há o lado da tradução institucional (para consumo interno) e alguma tradução na área editorial. Em breve vou começar a traduzir um livro para crianças (Histórias Bíblicas Contadas às Crianças). Gosto especialmente deste trabalho, pois tenho uma maior liberdade criativa. Por último, e talvez a área mais importante, tem a ver com a área da Tradução Bíblica, de que sou coordenadora. Os ficheiros da Bíblia em Português Corrente e a da Bíblia traduzida por João Ferreira de Almeida, estão em meu poder e só eu é posso registar emendas e fazer alterações nestes textos. Neste momento, estou na fase final de Criação de uma Concordância para a Bíblia em Português Corrente.

*uma comida favorita
Uma comida favorita é difícil… Se fosse há 30 anos diria que era Frango Guisado com Esparguete ou Cozido à Portuguesa. Mas eu gosto de quase tudo, menos de açorda! Também não gosto muito de gelados nem de sobremesas e bolos com chantilly ou com sabor a natas e a leite.

*gosto muito de...
Praia e de sol! Mergulhar, ver um filme com uma boa história, com conteúdo. Detesto filmes de acção. Também gosto muito de cozinhar! É muito relaxante e criativo!!!!!

*uma música, coro favorito
Gosto de música calma. Ultimamente ouço música clássica, bastantes vezes, pois tranquiliza-me. Tenho muitos hinos e coros favoritos. Mas há um que me tem marcado em todas as épocas.

Ontem vi na cruz Jesus Cristo
Ontem vi alguém que morreu
Veio pra viver, veio pra morrer
Veio pois quis me salvar.
Hoje aquela cruz está vazia
Cristo meu Jesus ressurgiu
Foi para os altos céus, foi para preparar
Um lar onde eu vou morar.

Que alegria posso ter no Senhor
Que segurança que paz!
Como ser triste se Jesus ressurgiu?
Posso confiar, posso confiar, posso confiar em Deus!

*conta-nos como foi crescer num lar cristão
Crescer num lar cristão foi bom (e foi mau). E já explico porque coloco o “foi mau” entre parêntesis. Foi bom porque havia tranquilidade e equilíbrio: segurança! A minha mãe é uma pessoa prática e descontraída e sempre se preocupou mais com o lado lúdico da vida: roupa, comida, brincadeiras, escola, festas de aniversário. Foi uma mãe muito presente e criativa. O meu pai era o “educador espiritual”, o “disciplinador”. Mais metódico, valorizava muito o silêncio e a tranquilidade. Antes de irmos para a escola, de manhã, orávamos sempre e líamos a Bíblia todos juntos. Às vezes também cantávamos. Antes do jantar, às 19h, sem excepção, juntávamo-nos todos de novo para o culto doméstico. O meu pai assegurava o ensino da Palavra e a oração… e decorávamos versículos. Lermos a Bíblia desde pequenos teve outro lado bom, que foi desenvolvermos as aptidões de leitura e o raciocínio; éramos obrigados a fazer uma grande ginástica mental, pois não só líamos em voz alta, como também tínhamos de responder a perguntas, o que a maioria das crianças do nosso tempo e da nossa idade não fazia. O “lado mau” era estarmos sempre ocupados com idas à igreja. Quando somos realmente pequenos, até pode ser uma brincadeira; mas à medida que crescemos pensamos que seria bom fazer também outras coisas. Eu era filha de Pastor e, onde o meus pais estavam, nós também tínhamos de estar!!!
[continua]

olhem que bonito!

{o irlandês também cá está?}

*nome
Barry
*idade
33

*nasci em... Mullingar Rep. da Irlanda
*casado com... a Raquel
*nome e idade dos filhos
Matt 9 Dave 7 e Becky 2

*igreja a que pertences I.E.S.
*profissão
Professor

*gosto de... tocar a guitarra, ler e desporto
*uma música, canção favorita
"Round here" dos Counting Crows

*filme preferido e porquê
"The usual Suspects" e "Lord of the Rings" O primeiro porque o fim apanhou completamente de surpresa e o segundo porque gosto muito das obras de Tolkien.

*um sonho
Ter uma casa no meio do campo na Irlanda.

*uma passagem bíblica especial e o motivo de o ser.
Genesis 15:1-18 Quando Deus faz uma promessa, ele cumprir-se-á.
*fala-nos um pouco da tua infancia...
Tive uma infancia que não trocava para nada. Boas recordações e memórias.
*como é que te apaixonaste por uma moça portuguesa?
Porque Deus o quis. Mandou-a até a mim e depois segui-a até Portugal.
*o que significava "Deus" para ti, durante a tua adolescência?
Um velhote com cabelo e barba branca, sentado num trono a ver o mundo a decorrer!
*o que mudou desde então? Como vês Deus hoje em dia? Ou o que mudou no teu relacionamento com Ele?
Tudo. Criador do universo. Santo e justo. Aquele que sustenta cada minuto da minha vida.

*tens um livro favorito? Fala-nos um pouco dele...
Demasiados. Qualquer coisa de John Macarthur ou R.C.Sproal ou John Piper. Pessoas que Deus tem escolhido como instrumentos para sua honra e glória.

*deixa uma música e /ou mensagem para os adolescentes.
Isaías 40:12-31

{Concurso}

Queres habilitar-te a ganhar um CD+DVD dos delirious? ?
Desafiamos-te a inventar um diálogo para esta foto. O mais original, ganha ;)
Deixa o teu diálogo fabulástico nos comments deste post.
Além disso, envia-nos lá uma foto (uma só) para comprovar o estado de vigília, sim?




Olha! Extraordinário! É o Filipe!

Nome: Filipe Emanuel Fontes de Souza e Maia
Idade: 26 anos
Nascido em: 13-12-1983
Igreja: Reformada em Massamá

Como conheci a kely: Poucos dias depois de ela ter chegado a Portugal, o grupo de jovens do Seixal juntou-se para ir à igreja de Campo de Ourique a uma reunião de jovens.
Como o Irm. José Augusto (pai dela) já frequentava a igreja, convidaram-na para ir a essa reunião. Lembro-me como se fosse hoje a primeira vez que a vi. Já haviam alguns jovens dentro da carrinha da igreja, e faltavam duas pessoas, a Kelly e a sua irmã Nádia.
A carrinha parou à porta e a Rute Carla ainda brincou comigo e disse, agora vais conhecer uma miuda mesmo gira... e foi verdade quando ela saíu da porta do prédio encantou-me!

Comida e bebida favorita: Embora até à uns anos atrás gostasse particularmente de um bom bacalhau a braz, hoje em dia sou um grande adepto do arroz de pato A La Eunice Maia! A bebida é sempre Coca-cola!

O que mais gosto de fazer: Sem ordem especifica, gosto muito de conduzir, tocar guitarra e piano, jogar computador, viajar e divertir-me.

Quando é que comecei a tocar viola? Há uns anos atrás na igreja de Chelas só um amigão chamado Filipe Calado tocava guitarra. Sempre segui os músicos com particular atenção e a música sempre foi um fascínio. Acho que deveria de ter uns 12 anos aproximadamente quando peguei na guitarra pela primeira vez. Com a ajuda do Filipe consegui progredir um pouco e o resto veio por acréscimo. Gostava de saber muito mais mas na música como em qualquer outra coisa o estudo é essencial, e eu era preguiçoso.

Uma travessura: Acho que deve ter sido das primeiras que fiz em toda a minha vida porque é a primeira que me lembro. Tinha cerca de 4 anos e tinha-me oferecido uma cobra de borracha que era uma imitação muito boa de uma verdadeira. Acontece que um dia me lembrei que colocar essa cobra debaixo da almofada da minha avo (materna) e esqueci-me dela lá. Acontece que à noite, quando a minha avó se foi deitar eu do meu quarto ouvi um grito seguido do meu nome em voz alta... A dita cobra tinha-lhe pregado um susto daqueles e eu não estava lá para ver. Infelizmente a minha avó era muito doente e aquilo podia ter sido muito pior pelo que tive de ser castigado no dia seguinte.

Um sonho: Seria fácil dizer ganhar o euromilhões... mas como quero falar de dois "sonhos" realizáveis aqui vão.
O primeiro seria conseguir ver a igreja cheia e com um bom grupo de louvor, o mais completo possivel que levasse as pessoas a louvar na mais pura das formas.
O segundo e um pouco mais particular, seria ir ao algarve fazer um curso de condução desportiva em que se conduzem carros como BMW M3, Mitsubishi Skyline, Porsche Carrera 3 GT, Ferrari, etc...

Como foi crescer num lar cristão? Sem duvida que foi das melhores prendas que Deus me deu. O facto de crescer ouvindo o evangelho foi sem duvida uma benção. Tem alguns contras como a por exemplo a limitação prática de certas coisas na nossa vida, como por exemplo os nossos colegas chamarem-nos para fazer algumas coisas que nós sabemos não serem boas e sermos descriminados por isso, mas sem duvida que tem outras muito positivas como o facto de a nossa família ser MUITO maior do que a família carnal. Dos verdadeiros irmãos temos sempre o melhor e isso tem sido visivel na minha vida.

Qual a diferença que Jesus faz na tua vida diária? Acho que a maior diferença está na nossa atitude, e forma de estar. Deus quer que sejamos cumpridores da sua palavra e isso requer algum esforço da nossa parte mas sem duvida que nos trás sempre grande benção.
Jesus dá-me um propósito de vida. Viver para Ele é tudo o que quero e embora por vezes não o faça, o facto de saber que ele está sempre lá para mim é fantástico.

Conta-nos algo que te tenha marcado na infância: Bem acho que os maiores marcos da minha infância foram a morte da minha avó (paterna) que sempre cuidou de mi da melhor forma e faleceu quando eu tinha 4 anos e uns meses, e o segundo foi o momento da minha conversão quando tinha 6 anos. Foi num acampamento de crianças e quase no final do acampamento depois de ouvir algumas histórias bíblias recebi o apelo que aceitei de bom grado e que mantenho até hoje de me tornar filho do Rei!

E a tua adolescência, como foi? Foi feliz, muito normal e monótona. Tive muitas bençãos que poderia inumerar mas deixo-vos uma. Quando tinha cerca de 14 anos fui com os meus pais para comprar uma guitarra à loja de musica do continente de alfragide.
A que escolhemos estava danificada e deixamos uma igual encomendada que deveria chegar uma semana depois. Passado esse tempo fui com os meus pais buscar a guitarra e quando lá chegamos o senhor que nos tinha atendido respondeu-nos de forma um pouco mal educada a dizer que não havia guitarra nenhuma encomendada e que não podia fazer nada.
Quando ouvi isso fiquei sem palavras. Lembro-me de ter chorado muito ao lado da minha mãe. Ela como sempre disse-me: "Não te preocupes que Deus tem sempre o melhor para nós!". Saímos da loja e ligamos ao Filipe Calado para ver se ele conhecia alguma loja de musica que tivesse umas guitarras baratas já que estavamos limitados no valor. Ele veio ter connosco e fomos a uma loja em Lisboa. Quando lá chegamos olhamos para os preços e depressa vimos que nada era para nós. Até que veio um senhor da loja ter connosco e perguntou o que estavamos à procura. dissemos o que queriamos e qual o valor que podiamos dar (50 contos). Ele disse que era o nosso dia de sorte. Tinha havido um cliente que tinha comprado uma guitarra muito boa, mas que a tinha devolvido com um toque no braço o que tinha feito o preço descer de 300 contos para 50... eu não podia acreditar mas aconteceu.
Compramos a guitarra e até hoje ela toca servindo de bênção por onde passa.

{mais coca-cola!}



É curioso pensar como somos tantas vezes mal agradecidos em relação às dádivas de Deus. Olhamos sempre para o lado para ver se a bênção do irmão é melhor ou mais interessante que a nossa. Deus não funciona da mesma forma que nós. Ele vê o quadro todo. Sabe exactamente do que precisamos.

uma sandes com problemas de identidade...


{STOP}

5 coisas essenciais para permaneceres forte

1- Mergulha na Palavra. É realmente o nosso livro de instruções para a vida. Quanto mais fundo formos, mais saberemos acerca do modo como Deus quer que vivamos. Ela conta-nos a história do mundo, a nossa própria história e fala-nos de Deus. Quanto mais a lermos, melhor O conheceremos. Se para conhecermos o nosso amigo temos que passar tempo com ele, ouvindo-o e conversando, para conhecermos Deus, também temos que fazê-lo. Separa um tempo diário para ouvires o que tem para te dizer. A Bíblia é a fonte, é a Palavra de Deus para nós. Conforta, guia, repreende, ensina, alegra, dá esperança, força e sabedoria. Não deixes de passar um dia sem a ler. Quanto menos leres, menos te vai apetecer fazê-lo. É como a comida, se passarmos uns dias sem ingerirmos nada, o nosso estômago vai estranhar quando algo chegar até ele, pois já não está habituado e vai ser difícil digerir o alimento. Sem a Palavra ficas cada vez mais fraco e mais susceptível aos ataques e tentações. (Salmo 119: 9,11,105; Salmo 105:14; Mateus 4:4.)


2- Ora. Orar é falar com Deus, com o nosso Criador e Salvador. Que tamanho privilégio e oportunidade nós temos! Podemos conversar com o Criador do Universo, com o Deus Todo-Poderoso, que apesar de todo o Seu poder e majestade, importa-se verdadeiramente connosco e nos ama com um amor sem medida. Derrama o teu coração perante Ele, leva-Lhe os teus fardos, sonhos, receios, problemas e desejos, Ele é Deus- Ele aguenta! Conta-lhe o que se passa na tua vida, tal como farias com o teu melhor amigo. Afinal de contas, Ele é o teu melhor Amigo! Podes fazê-lo em qualquer lugar, sozinho ou acompanhado. (Salmo 5:1-3; Mateus 26:41; Lucas 18:1; 1 Tessalonicenses 5:17; Salmo 55:17)


3- Mantém-te perto de amigos cristãos. Esta é uma das boas! A influência que os amigos têm sobre nós é enorme e por vezes nem nos apercebemos da forma como influenciam a nossa maneira de pensar, agir e até de sentir. Todos precisamos de amigos comprometidos com Cristo que nos mantenham no caminho estreito e nos avisem quando nos desviamos dele. Amigos que nos incentivem na caminhada cristã, que nos oiçam e partilhem alegrias e tristezas… que compreendam! (Pv. 17:17, 27:17)

4- Livra-te daquilo que não interessa. Se andas a ler, ver ou ouvir coisas que não agradam a Deus, deixa-te disso! Rema contra a maré! (olha que bonito que é o nome do nosso blogue…) Se não deixares essas coisas, elas irão prejudicar o teu relacionamento com Deus. Lembra-te que quando colocas algo na tua mente dificilmente a consegues tirar. Procura coisas que edifiquem a tua relação com Deus e te façam chegar mais perto dEle. (Efésios 4:29 até 5:7; Efésisos 5: 15-16)

5- Envolve-te na igreja em servir a Deus. É tão importante pertencer a uma igreja local que ame a Deus, uns aos outros e os perdidos! Um local onde te sintas seguro e amado e onde possas crescer espiritualmente, no conhecimento de Cristo, servindo a Deus e aos outros. Foste chamado para ser sal e luz e é um prazer poderes usar os dons e talentos que o Senhor te deu na obra. Há um crescimento e uma alegria muito especial no servir. (Actos 2:41-47)


{Abraça este projecto}

Moçambique 2007 Parte 2 from Projecto Vitória on Vimeo.

Alguns de vocês já ouviram falar do Projecto Vitória. Para conhecerem mais passem pelo site e pelo blog. É tão fácil apadrinhar uma criança. Não esperes mais, passa à acção!

{sandocha do André}

Oh... o nosso querido amigo André andou perdido pelo ciberespaço à procura do local por onde nós parávamos... mas já nos encontrou! Depois de ser tentado a gamar as chaves do carro do pai para conseguir uma máquina fotográfica... seguiu o nosso conselho e não o fez. (muito bem, André) Em recompensa achou uma máquina, que por sinal até filma e tudo. Vamos ter um vídeo by sr. André muito em breve. Fiquem atentos!
P. S.: Então e a receita??

{olha, agora é o Isma!}

1. Ouvimos dizer que estás prestes a dar à luz um projecto musical. Fala-nos um pouco sobre isso. E já agora, o que é isso dos Fundação?
Ora bem, é um projecto que já andava a ser pensado há anos mas que nunca saiu do baú. Talvez alguma vergonha e medo de não conseguir e por achar que havia gente bem mais qualificada do que eu. Mas 15 anos depois de ter começado a tocar percebi que afinal as minhas capacidades musicais eram bem melhores do que pensava. É algo ousado e diferente. Descobri um mundo novo na guitarra. Abriu-me as portas para compor e tirar partido da qualidade sonora que uma guitarra tem. É um projecto acústico individual. Acabei de gravar uma maquete com as minhas músicas e espero que a partir daqui mais portas se possam abrir. Mas isto tudo, claro, com a cabecinha no devido lugar. Não quero cá estatuto de estrela nem quero fama. Quero apenas mostrar através da música o talento que Deus um dia me deu e dar a provar às pessoas algo que posso considerar positivo.
Os Fundação é outro projecto em que estou envolvido há uns anos. Não é uma banda mas um ministério a nível da música. Através da música, e das letras principalmente, levamos a Palavra de Deus a quem nos ouve. Infelizmente estamos meio parados mas quando Deus assim quiser retomaremos o andamento.

2. Descreve o teu lugar favorito.
É dificil descrever um só porque tenho muitos locais favoritos. Mas se tenho de escolher, então escolho a minha bela Lisboa. Vivi 15 anos da minha vida ali e sei do que falo. Pode parecer um pouco estranho, sendo uma cidade agitada, mas acreditem que existem recantos naquela cidade que me encantam. Apesar da confusão diária ainda há cantinhos escondidos onde posso descansar, meditar, reflectir. É uma cidade mágica. Gosto particularmente da Baixa Pombalina e de toda a sua arquitectura, cheiros, ruas, bancos, jardins, pessoas, fontes, cafés, história, etc etc.

3. Como é que é fazer parte de uma família numerosa?
Uma famílai numerosa pode parecer sinal de grande confusão. Podem crer que é, mas se gosto de ver a casa cheia é porque desde que nasci que tive esse privilégio. Até a minha irmã se casar éramos 6. E quando se juntava a família toda éramos, sei lá, uns 15 ou mais. Agora que uns vão casando, outros vão tendo filhos, esse número vai aumentando. E eu gosto da ideia. Porquê? Porque são diferentes sorrisos, gargalhada certa, brincadeira, comida boa na mesa feita pelas avós, mãe, tia. Sinto-me abençoado e protegido por uma família que amo. E família essa ENORME.

4. Se pudesses dar um conselho aos adolescentes de hoje em dia, o que seria?
Epá peço-vos que por favor não vejam os Morangos com Açúcar e outras séries idênticas. A sério. Se há coisa que abomino é mesmo o tipo de pensamento daquela série que dura há anos. Talvez muitos de vocês eram bem pequenos ou nem eram nascidos, quando aquilo começou a dar. Aquilo é mau. É algo que desencaminha os jovens e eu vejo isso diariamente. A falta de respeito, as modas estúpidas, a violência, as drogas, e podia continuar porque a lista é extensa. Tudo isto destrói o pensamento de um jovem. É algo que tem demasiada influência na maneira de agir e pensar dos jovens. Concentrem-se nos estudos. Respeitem os outros. Amem a Deus acima de todas as coisas. É preferivel obedecer a Deus do que seguir as modas do mundo.